Bataguassu
Histórico
Presume-se que a primeira penetração no território de Bataguassu, tenha sido efetuada pelos espanhóis, que terminaram abandonando a região, posteriormente devassada pela família Barbosa, que ali se fixou.
Outros pioneiros demandaram o local subindo o rio Pardo, dentre eles Manoel Cecílio de Lima, mais tarde empreendedor da abertura de uma estrada boiadeira paralela àquele rio, ligando suas terras ao local onde se localiza o Porto XV de Novembro. Pelo rio Ivinhema, também penetraram outros desbravadores, salientando-se Domingos Barbosa Martins, mais conhecido como Gato Preto: , que se tornou posseiro de grande área.
Em 1932, a Companhia Viação São Paulo-Mato Grosso, firma comercial de Jan Antoni Bata, fundador da Cidade, adquiriu uma gleba, destinada à pecuária e colonização. A firma também explorou a navegação fluvial nos rios Paraná, Ivinhema, Brilhante, Pardo e Anhanduí. Desenvolveu a criação de gado e tentou a colonização em vários pontos, fixando-se finalmente, em 1941, onde se ergue a Cidade.
O topônimo teve origem em dois idiomas e pode ser assim decomposto: Bata, do tcheco-eslovaco sobrenome do fundador da Cidade; Guaçu, do tupi-guarani água grande, sendo este último ainda, denominação de um ribeirão próximo à Cidade.
Populaçao e domicilios-censo 2000 com divisao territorial 2001.
Pessoas residentes - 80 anos e mais - municípios vigentes em 2001
81 habitantes
Pessoas residentes - 75 a 79 anos - municípios vigentes em 2001
72 habitantes
Pessoas residentes - resultados da amostra - municípios vigentes em 2001 16.197 habitantes
Mapa de Pobreza e Desigualdade - Municípios Brasileiros 2003
Incidência da Pobreza 36;03 %
Limite superior da Incidência de Pobreza 40;45%
Incidência da Pobreza Subjetiva 34;04 %
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sexta-feira, 8 de maio de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
a modernizaçao no processo brasileiro de urbanizaçao

A urbanização brasileira
Urbanização e Modernização Agrícola
Apesar das diferentes taxas regionais de urbanização apresentadas na tabela abaixo, podemos afirmar que o Brasil, hoje, é um país urbanizado. Com a saída de pessoas do campo em direção às cidades, os índices de população urbana vêm aumentando sistematicamente em todo o país ao ponto de a Região Norte, a menos urbanizada, apresentar o significativo índice de 59% de população urbana
Atualmente, em lugar da velha distinção entre população urbana e rural, usa-se a noção de população urbana e agrícola. São inúmeras as cidades que nasceram e crescera em áreas do país que têm a agroindústria como mola propulsora das atividades econômicas secundárias e terciárias.
Os moradores da periferia, das favelas e dos cortiços, têm acesso a serviços de infra-estrutura precários (saneamento básico, hospitais, escolas, sistema de transporte coletivos etc.).
Como as indústrias absorvem cada vez menos mão-de-obra e o setor terciário apresenta um lado moderno, que exige qualificação profissional, e outro marginal, que remunera mal e não garante estabilidade, a urbanização brasileira vem caminhando lado a lado com o aumento da pobreza e a deterioração crescente das possibilidades de vida digna aos novos cidadãos urbanos.
A Rede Urbana Brasileira
Apenas a partir da década de 40, juntamente com a industrialização e a instalação de rodovias, ferrovias e novos portos, integrando o território e o mercado, é que se estruturou uma rede urbana em escala nacional.
Estes encontravam os índices de crescimento urbano e econômico e detinham o poder político em grandes frações do território. É o caso de Belém, Fortaleza, recife, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, todas as capitais de estados, posteriormente, reconhecidas como metrópoles. Essas cidades abrigavam, em 1950, aproximadamente 18% da população do país; em 1970 cerca de 25% e, em 1991, mais de 30%.
Com o passar dos anos, a periferia se expandiu demais e a precariedade do sistema de transportes urbanos levou a população de baixa renda a preferir morar em favelas e cortiços no centro das metrópoles. Atualmente, 65% dos habitantes da Grande São Paulo e Grande Rio de Janeiro moram em cortiços, favelas, loteamentos clandestinos ou imóveis gulares.
Urbanização e Modernização Agrícola
Apesar das diferentes taxas regionais de urbanização apresentadas na tabela abaixo, podemos afirmar que o Brasil, hoje, é um país urbanizado. Com a saída de pessoas do campo em direção às cidades, os índices de população urbana vêm aumentando sistematicamente em todo o país ao ponto de a Região Norte, a menos urbanizada, apresentar o significativo índice de 59% de população urbana
Atualmente, em lugar da velha distinção entre população urbana e rural, usa-se a noção de população urbana e agrícola. São inúmeras as cidades que nasceram e crescera em áreas do país que têm a agroindústria como mola propulsora das atividades econômicas secundárias e terciárias.
Os moradores da periferia, das favelas e dos cortiços, têm acesso a serviços de infra-estrutura precários (saneamento básico, hospitais, escolas, sistema de transporte coletivos etc.).
Como as indústrias absorvem cada vez menos mão-de-obra e o setor terciário apresenta um lado moderno, que exige qualificação profissional, e outro marginal, que remunera mal e não garante estabilidade, a urbanização brasileira vem caminhando lado a lado com o aumento da pobreza e a deterioração crescente das possibilidades de vida digna aos novos cidadãos urbanos.
A Rede Urbana Brasileira
Apenas a partir da década de 40, juntamente com a industrialização e a instalação de rodovias, ferrovias e novos portos, integrando o território e o mercado, é que se estruturou uma rede urbana em escala nacional.
Estes encontravam os índices de crescimento urbano e econômico e detinham o poder político em grandes frações do território. É o caso de Belém, Fortaleza, recife, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, todas as capitais de estados, posteriormente, reconhecidas como metrópoles. Essas cidades abrigavam, em 1950, aproximadamente 18% da população do país; em 1970 cerca de 25% e, em 1991, mais de 30%.
Com o passar dos anos, a periferia se expandiu demais e a precariedade do sistema de transportes urbanos levou a população de baixa renda a preferir morar em favelas e cortiços no centro das metrópoles. Atualmente, 65% dos habitantes da Grande São Paulo e Grande Rio de Janeiro moram em cortiços, favelas, loteamentos clandestinos ou imóveis gulares.
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